1. O FC Porto entrou em grande no campeonato, goleando o Estoril por 4-0, fazendo uma bela exibição e respondendo à altura a todos aqueles que o tentaram pressionar com “a culpa” da excelência da preparação para a competição.

2. Como era expectável, o FC Porto deu sequência ao trabalhado realizado na pré-temporada, apresentando aquele que era o onze inicial mais esperado e pondo em prática os mesmos princípios de jogo que se tinham visto nos jogos anteriores. O contrário é que seria de estranhar.

3. Uma das imagens de marca deste FC Porto de Sérgio Conceição é uma forte procura pelo golo assim que começa o jogo (a lembrar Bobby Robson), nunca abrandando a pressão sobre o adversário, nunca contemporizando com jogo lateral, sempre com grande mobilidade e tendo sempre em vista a área adversária e o próximo golo. Esta equipa funciona como um autêntico rolo compressor.

4. A equipa esteve toda ela muito bem. Mas não é possível passar ao lado da exibição de Marega. Entrou num momento difícil (após lesão de Soares), marca o 1º golo da equipa dois minutos depois e em 30 minutos marca dois golos que destroem por completo as expectativas do Estoril e levam o FC Porto à goleada. Foi mais uma lição do jogo de ontem: a todos aqueles que, duvidando do valor de Marega e querendo com isso atingir o FC Porto, consideravam que não existia uma alternativa à dupla de avançados. Existe. E ficou bem demonstrado que existe.

5. Não posso deixar de agradecer ao VAR a validação do golo de Marcano, que um assistente mais distraído quis anular. Desta vez não foi decisivo, mas quem sabe numa próxima não valerá mesmo 3 pontos? De uma coisa podemos ter a certeza, o desfecho da época passada teria sido muito diferente. A não ser, claro, que não funcione da mesma maneira em todos os estádios e em alguns haja um problema de linhas…

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