EM ALTA

HERRERA

O jogador mexicano é um verdadeiro exemplo enquanto homem, desportista e profissional.

A braçadeira de capitão da equipa do FC Porto assenta-lhe bem porque o seu comportamento segue a linhagem de outros grandes homens que alcançaram o estatuto máximo ao serviço do clube.

Esta semana marcou o golo da vitória no estádio da Luz que permitiu ao FC Porto recuperar a justa liderança do campeonato e fez uma exibição colossal em Alvalade. Numa missão de sacrifício que exigiu sangue, suor e lágrimas.

Um exemplo.

A SUBIR

SPORTING

Excelente semana para o conjunto leonino.

Qualificou-se para a final do Jamor, onde se apresenta como grande favorito, e passou a depender apenas de si próprio para chegar ao segundo lugar da liga e, consequentemente, aos play-offs de apuramento para a Liga dos Campeões.

As perspectivas são positivas.

ESTÁVEL

FC PORTO

Semana agridoce para os azuis e brancos.

A equipa ficou de fora da final da Taça de Portugal, ao ser eliminado (de novo) no desempate por penaltis pelo Sporting.

Mas no domingo foi ao estádio da Luz derrotar o Benfica e reassumir a liderança da I Liga, com dois pontos de vantagem sobre o segundo lugar e com vantagem directa sobre todos os possíveis adversários. Não é decisivo, mas sempre permite acomodar um eventual empate.

Faltam 4 finais.

A DESCER

ONDE PÁRA O ESTADO?

As claques do Benfica voltaram aos desacatos e aos confrontos entre si e com as forças de segurança dos quais resultaram 7 detidos e 6 polícias feridos.

O secretário de estado é pouco menos que uma anedota e totalmente impreparado para a função. Um verdadeiro “boy”.

Mas do Governo espera-se mais e mais se espera das autoridades judiciais, policiais e desportivas.

Os números não enganam:

Em 2016/17 houve 900 incidentes com adeptos do Benfica, 700 com adeptos do Sporting e 400 com adeptos do FC Porto.

Percebe-se bem onde está o principal problema.

EM QUEDA LIVRE

DOMINGOS SOARES OLIVEIRA

Alguns dos seus e-mails foram divulgados esta semana e o que se ficou a saber não é bonito. Destaco apenas dois casos.

O Benfica tinha como objectivo explicitamente definido influenciar e controlar os vários poderes: Federação, conselhos de arbitragem, poder político, judicial e meios de comunicação social.

Também ficamos a saber que o Benfica terá pago as despesas judiciais de dois seguranças no famoso “caso do túnel” da Luz.

Isto depois de já ser conhecida a suspeita de o clube da Luz também ter pago um parecer jurídico pedido por Ferreira Nunes.

O “bater no fundo” ainda está longe.