EM ALTA

ADA HEGERBERG

Mais vale tarde do que nunca e a igualdade de género lá chegou ao futebol feminino e à Bola de Ouro. A primeira vencedora é a norueguesa Ada Hegerberg, 23 anos, que joga no Lyon. O prémio faz justiça à vencedora, que é uma jogadora fantástica, e à modalidade, que está em grande expansão.

A SUBIR

SÉRGIO CONCEIÇÃO

O treinador do FC Porto foi esta semana alvo de uma campanha abjecta que visava manchar a sua reputação, diminui-lo e, assim, condicionar-lhe o comportamento futuro (e da sua equipa). Houve até um comentador imoral da TVI24 que veio falar do seu filho que joga no Benfica. Vergonhoso. Sérgio Conceição é um homem e um treinador com mundo, é um campeão e não depende economicamente de ninguém. Não é uma imprensa pacóvia, saloia e provinciana que o faz vacilar.

ESTÁVEL

MARCEL KEIZER

Ainda é cedo para grandes avaliações mas o começo do novo treinador do Sporting é claramente positivo. E é um ponto a favor de Frederico Varandas, cujo mandato começou sob o signo da dúvida e que assim conquista alguma credibilidade e ganha algum espaço junto dos sócios e adeptos sportinguistas. Vamos ver se conseguem ultrapassar as limitações do plantel (a começar pela baliza) e construir uma equipa consistente e competitiva.

A DESCER

BENFICA E O SEU MUNDO

A estratégia de negação e de vitimização do clube e a cartilha seguida por muitos comentadores em relação ao caso dos emails sofreu um forte revés com a entrevista dada por José Eduardo Moniz à revista Sábado. O administrador da SAD benfiquista foi claro e inequívoco: “Noticiaria o caso dos emails do Benfica sem nenhuma reserva e da forma mais normal; procurando os factos e dando explicações que permitissem ao espectador perceber o que está em causa.” Foi exactamente isto que fez o Porto Canal.

EM QUEDA LIVRE

TAÇA LIBERTADORES DA AMÉRICA

Há coisas que não fazem sentido nenhum. Uma delas é vir disputar um jogo da final desta competição à capital do país contra o qual lutaram os heróis que são celebrados e homenageados precisamente ao darem nome à prova. Dois clubes argentinos vêm a Espanha jogar o encontro que falta disputar da final de uma competição sul-americana. É uma das contradições do mundo moderno, cada vez mais comandado pelo dinheiro. Esteve mal a CONMEBOL que também se esqueceu, ou passou por cima, dos adeptos que não podem vir a Madrid ver o jogo de uma vida.