1. O FC Porto empatou 1-1 no estádio do Jamor frente ao Belenenses e ficou mais isolado no segundo lugar. Apesar das duas vitórias na época passada (Liga e Taça da Liga) as deslocações para jogar com os azuis de Belém têm sido muito complicadas nas últimas temporadas. Ontem também foi assim e cada um teve a sua responsabilidade: FC Porto, Belenenses e equipa de arbitragem.
  2. O FC Porto entrou muito bem no jogo, com 10 ataques em treze minutos, mas um golo ilegal colocou o Belenenses na frente do marcador. O FC Porto reagiu e chegou ao empate aos 32 minutos. A segunda parte começou com o FC Porto apático e a ver o Belenenses trocar a bola durante uns bons 15 minutos. O banco lá reagiu e aos 63 minutos entraram Nakajima e Sérgio Oliveira para os lugares de Manafá (a acusar os três jogos numa semana) e Loum (muito bem na luta do meio campo, menos bem na colaboração ofensiva). E o jogo melhorou claramente. Aos 82 minutos lá saiu um estafado e desastrado Marega para entrar Soares.
  3. Não tendo sido um dos melhores jogos do FC Porto, também não foi o pior. Nos 90 minutos foram criadas oportunidades suficientes para garantir os três pontos, mas no momento decisivo as coisas nunca saíram bem. Ou faltou o melhor passe ou cruzamento, ou faltou a eficácia e a categoria que se exige a um avançado do FC Porto no momento da finalização. Também faltou um bocado de sorte, com a bola a bater nos postes pela 18ª vez na época e 11ª no campeonato.
  4. No final da partida, Sérgio Conceição afirmou que o FC Porto vai ser campeão, apesar deste ser um campeonato disputado a três, onde a terceira equipa é a de arbitragem. Para mim, esta disputa a três já dura há uns bons dez anos e cada vez se acentua mais. Os emails e outras fontes de informação puseram a nu um esquema altamente elaborado e criminoso que tem por objectivo dominar o futebol português e a sociadade em geral em favor do Benfica. Apesar de todas as evidências parece que ainda ninguém mexeu uma palha para pôr cobro a esta criminalidade e punir os seus autores. Nem a dita Justiça dita civil nem a desportiva. Como ainda vimos esta semana no caso da expulsão do juiz Rui Rangel, os processos disciplinares não têm de ficar à espera dos resultados do processo-crime. Aliás, se assim fosse, a disciplina e a justiça desportiva não serviriam para nada, bastando os tribunais comuns para aplicar os castigos desportivos. Dr. José Manuel Meirim, deixe-se de fingir de morto e actue! Não queira ficar para a história como um dos coveiros do futebol português. Claro que, como outros, ainda pode chegar a juiz conselheiro, mas chegará sem dignidade e sem integridade.
  5. João Pinheiro, um dos conhecidos padres do futebol português, (e de quem Otávio tem má memória) voltou a fazer das suas e a ser decisivo para o clube querido. Depois de na época passada ter participado nas farsas do Feirense x Benfica e do Braga x Benfica e de ter ajudado os lisboetas a chegarem ao imerecido título, ontem deu mais uma ajudinha validando um golo ilegal ao Belenenses que permite ao Benfica ficar mais isolado na frente do campeonato. Isto depois de Jorge Sousa ter feito vista grossa a um golo do Benfica no Bessa precedido de falta e reconhecido como tal unanimemente por TODA a crítica especializada. No jogo do Jamor ficou também por assinalar uma grande penalidade a favor do FC Porto. O mesmo já tinha acontecido nos jogos contra o Aves e contra o Paços de Ferreira, arbitrados por Jorge Sousa (mais um jogo “azarado”) e Tiago Martins (co-autor da obra Braga x Benfica). O VAR está em roda livre, intervindo (ou não) sem qualquer critério que se perceba, fruto da incompetência e da vulnerabilidade de quem lá se senta. É assim que se vão forjando campeões.